sexta-feira, 29 de maio de 2009

Google apresenta "e-mail do futuro"

29/05/09

O Google apresentou, durante a conferência para desenvolvedores I/O, o protótipo de um novo produto chamado Wave. Sem nenhuma modéstia, o gigante das buscas definiu seu projeto como “o e-mail do futuro”.

A expressão é de Lars Rasmussen - coordenador do Wave e um dos cérebros por trás do Google Maps – que apresentou o aplicativo online como algo que “vai transformar o e-mail numa ferramenta integrada de colaboração, comunicação e rede social”.

O Wave ainda não está disponível para testes dos usuários e uma versão beta é aguardada para qualquer momento “ainda este ano”.

Segundo a apresentação do Google, o serviço vai reunir numa só plataforma várias aplicações populares de web 2.0.

Ao fazer um login no Wave, você poderá ler seus e-mails, criar e editar arquivos em rich text, editar planilhas, publicar e compartilhar fotos, explorar ferramentas de chat e mensagens instantâneas, vídeos e mapas.

Todos estes recursos ficam disponíveis numa única interface e cada usuário deve adicionar os amigos que farão parte de sua “wave”, ou seja, poderão ver suas fotos, editar textos de forma colaborativa (múltiplos editores com o acesso a um único documento) e trocar mensagens.

O e-mail também passa a funcionar em tempo real, ou seja, entre duas pessoas trocando Gmail não há atraso para o recebimento da mensagem.

Rasmussen, no entanto, não deixou claro se será possível apenas ler mensagens do Gmail no Wave ou se a ferramenta suportará outros serviços de webmail. Mas a ideia do Google é deixar a plataforma aberta para receber o maior número de contribuições possível de desenvolvedores terceiros.

Um dos alvos do Google são as redes sociais. Se tiver sucesso em atrair parceiros, será possível ver fotos, textos e atualizações de perfil de várias redes tudo dentro do Wave.

Inicialmente, o orkut deve ser o primeiro serviço a ser integrado ao Wave. Mas a ideia do Google é atrair outros parceiros. As redes sociais mais desejadas são Facebook, MySpace e Twitter.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Band começa a gravar "CQC" depois de processo

27/05/09

A última edição do "CQC" exibida nesta segunda-feira (25) não foi ao vivo, mas sim, gravada. O programa que vai ao ar às 22h15, começou a ser produzido às 19h.

A Band afirma que não está tentando controlar excessos ou erros durante a atração, mas a medida foi tomada após uma liminar concedida, na última sexta-feira (22), pela Justiça que impediu a reprise no sábado (23) de uma parte do programa em que Marcelo Tas chamou, mais uma vez, a banda Sexy Dolls de "prostitutas". Já é a segunda vez, em dois meses, que o apresentar cometeu esse erro. Ele admitiu o equívoco e se desculpou.

O "CQC" estreou em março de 2008 e essa foi a segunda vez que o programa foi gravado. A mesma atitude deve ser tomada na semana que vem. Para Tas, a gravação do humorístico ocorreu para evitar erros técnicos.

O programa da Band ficou em terceiro no Ibope com 5,2 pontos na Grande SP.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Brasil considera natural disputa pelo padrão de TV digital

26/05/09

A ofensiva européia na Argentina para difundir o sistema de TV digital do consórcio DVB (Digital Vídeo Broadcasting) foi considerada no governo como uma demonstração de preocupação por perda de espaço na América Latina. “É uma atitude normal, os europeus estão usando uma ferramenta legítima para tentar influenciar na decisão do governo argentino”, disse uma fonte do governo.

A expectativa do governo brasileiro é de que a decisão da Argentina sobre o padrão de TV digital seja anunciada em julho, após as eleições legislativas daquele país. “A Europa está preocupada porque sabe da inclinação dos argentinos pelo sistema nipo-brasileiro, reconhecidamente o melhor do mundo”, disse a fonte, comentando noticiário de hoje, segundo o qual a Europa está fazendo campanha na América Latina em prol de seu sistema de TV digital e contra o padrão brasileiro.

Recentemente, uma equipe de técnicos visitou aquele país para disputar o mercado da América Latina, calculado em mais de 400 milhões de pessoas. O bloco oferece € 9 milhões (cerca de R$ 25,5 milhões) para o processo de implantação do sistema até 2013, para os primeiros países que aderirem ao DVB.

Além da Argentina, outros países da região são motivo de disputa. Equador, Paraguai, Chile, Venezuela e Cuba ainda discutem qual modelo adotar. O Peru já se decidiu pelo padrão nipo-brasileiro e o Chile, que recentemente recebeu a visita de delegação brasileira, chefiada pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, pode também aderir.
Nos outros países, já existem conversas avançadas com o governo brasileiro. Em Cuba, por exemplo, o sistema nipo-brasileiro já está sendo testado.

O argumento do representante da Europa para assuntos de TV digital, Cristophe Forax, é que o sistema DVB, adotado por 121 países (54% da população mundial), é mais barato do que o modelo nipo-brasileiro, pois funciona em larga escala, o que garante decodificadores a preços mais acessíveis. “O que eles não podem competir é com a qualidade técnica do nosso modelo, que é reconhecidamente superior”, disse a fonte do governo.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Oi vai lançar DTH por etapas

20/05/09


O presidente da OI, Luiz Eduardo Falco, afirmou, nesta terça-feira (19), ao fazer o lançamento da marca em Brasília, substituindo de vez a marca Brasil Telecom, que a empresa vai lançar o serviço de TV paga via satélite (o DTH) paulatinamente, começando ainda neste trimestre em alguns estados do Sudeste. Na região II (que congrega o Centro-Oeste, Sul, Distrito Federal e dois estados do Norte), a comercialização de serviços integrados de voz, dados e TV paga só ocorrerá no segundo semestre do ano. Em Brasília, as vendas da TV paga começam no terceiro trimestre, e no Rio Grande do Sul, apenas no final de 2009.

O executivo negou que esteja com dificuldades de negociação com o maior programador nacional para fechar a sua grade de programas, e disse que o lançamento do serviço está dentro do cronograma, dependendo, apenas, da instalação das antenas.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

TV com LED é a atual aposta da Samsung

19/05/09

A Samsung Electronics, maior marca mundial de televisores, quer superar o crescimento geral no mercado de TVs de tela plana este ano, graças em parte aos seus modelos LED recém-lançados, afirmou um importante executivo do grupo.

"O ano de 2009 não será fácil, mas planejamos manter a liderança do mercado com novos produtos como os televisores LED", disse Sue Shim, vice-presidente sênior de vendas e marketing na divisão Visual Displays da Samsung. "Nossa fatia de mercado vai crescer."

A Samsung, que também é a maior fabricante mundial de chips de memória e a segunda maior fabricante mundial de celulares, tinha 19% do mercado mundial de televisores com telas de cristal líquido (LCD), no primeiro trimestre.

"A desaceleração no mercado não parece tão severa quanto o esperado e conseguimos superar o crescimento do mercado (no primeiro trimestre)", disse Shim durante o Reuters Global Technology Summit, em Seul.

Uma porta-voz da empresa, que vem sendo cautelosa quanto às perspectivas de todos os seus negócios, afirmou que a Samsung mantém meta de vendas de televisores LCD em 22 milhões de unidades em 2009, 10% acima do total de 2008.

O objetivo fica abaixo da projeção de 15% de crescimento no mercado mundial de TVs LCD feita pela DisplaySearch, mas a Samsung se esforçará por ampliar seu crescimento e expandir fatia mundial de mercado, de acordo com Shim.

Ele afirmou que a Samsung tinha diversos conjuntos de metas, entre os quais um cenário otimista, mas se recusou a oferecer detalhes.

A Samsung concorre com japonesa Sony, com a rival sul-coreana LG Electronics e com a marca Vizio, da Amtran.

Graças aos preços baixos e a consumidores ávidos por substituir televisores de tubos de raios catódicos, o segmento de TVs de telas planas se saiu bem apesar da desaceleração na economia mundial, que solapou a demanda dos consumidores pela maior parte de outros tipos de eletrônicos.

"As pessoas estão abrindo mão de restaurantes e viagens, em meio à crise", disse Shim. Em lugar disso, se concentram em atividades em suas casas.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Google muda para refinar buscas

14/05/09

O Google anunciou mudanças em prol da web 3.0, aquela que irá oferecer resultados mais específicos para as buscas online. Em apresentação na sede da empresa, em Mountain View (Califórnia, EUA) a companhia divulgou melhoras nos resultados de pesquisa mais detalhados e com termos relacionados com contextos semânticos.

Segundo informa o site IDG Now!, as principais novidades estão concentradas no Google Search Options, nova ferramenta deve estar disponível em breve e permite aos usuários separar os resultados. Ou seja, o internauta pode filtrar buscas por conteúdo, como vídeos, reviews ou comentários em fóruns, bem como período de procura.

"Essas ferramentas oferecem novas formas de fazer busca que não existiam antes", afirmou Marissa Mayer, vice-presidente de produtos de busca do Google.

Informações divulgadas pelas agências de notícias AFP e Reuters dizem que também haverá uma nova ferramenta que integrará a procura feita em seu PC e celular. Pelo sistema, ao resultado da busca seria disponível automaticamente no aparelho mediante habilitação de um "login" na mesma conta.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Brasil reduz o uso de software pirata

13/05/09


Os esforços do governo e de entidades setoriais brasileiras para reduzir o uso do software pirata vêm surtindo efeitos. O 6º Estudo Anual Global de Pirataria de Software, apresentado nesta terça-feira, 12, pela Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES) e pela Business Software Alliance (BSA) mostra que o índice de pirataria no país caiu um ponto no último ano, ficando em 58%. A taxa é a menor entre os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) e a segunda menor da América Latina, atrás apenas da Colômbia.

O estudo, conduzido pela IDC, contempla indicadores de pirataria em mais de 100 países. A taxa mundial subiu de 38% para 41% em um ano e as perdas provocadas por software ilegal ultrapassaram pela primeira vez a marca dos US$ 50 bilhões. Para cada US$ 100 de software vendido, US$ 69 foram gastos com produtos piratas, segundo o estudo.

No Brasil, o valor monetário de software não licenciado aumentou 1,73% em relação a 2007, alcançando US$ 1,645 bilhão. O país figura na 9ª colocação na lista dos países cuja pirataria de software provoca maior dano financeiro. Para Frank Caramuru, diretor da BSA no Brasil, o principal desafio do país é reduzir a utilização de software pirata em empresas. ”A principal preocupação em nossos esforços para reduzir a pirataria de software no Brasil está nas empresas que adquirem licenças legítimas, mas que utilizam um número de cópias maior do que o contratado.”

O diretor de pesquisas da IDC, John Gantz, nota que a crise econômica tem reflexos distintos sobre a pirataria mundialmente: os consumidores com poder de compra reduzido devem continuar com seus PCs por mais tempo, o que tenderia a aumentar a pirataria já que computadores mais velhos estão mais propensos a ter software sem licença instalado. Por outro lado, há o aumento nas vendas de netbooks mais baratos, que tendem a vir com software legítimo pré-instalado.